Ano passado num curso de formação de Doulas que fui convidada a participar como facilitadora, para falar sobre o Sagrado Feminino, uma das participantes trouxe uma questão: disse que um dia perguntaram o que era Ser Mulher para ela? Comentou que foi pega de surpresa e que ficou intrigada pois não soube o que responder.
É tão estranho ouvir isso hoje, mas não é incomum...eu também nunca tinha me feito essa pergunta a até bem pouco tempo. Quando fiz a formação de Doula que me vieram esses questionamentos, lá pude entrar em contato com essas questões do feminino: suas dores, suas alegrias, suas peculiaridades, mergulhei num mar infinito, de muita beleza, muita sabedoria, muito amor, muita divindade mas também muita censura, muita culpa, muito medo, muito machismo, muita violência, tudo imposto, por uma sociedade arcaica, preconceituosa, fechada e também por mulheres criadas dessa forma, que também não se acolhem e consequentemente não conseguem acolher outra mulher. As mulheres são competidoras, são inimigas, e assim seguem numa prisão de insconsciência, disputa, medo, dores, enfim, completamente desconectadas de suas essências.
Sair da zona de conforto, do padrão, da mesmice, e expor para si suas dores, acolhê-las, reconhecê-las requer coragem. Ser mulher em tempos de tanta intolerância e desamor requer coragem.
E me pergunto: Qual o mundo quero para minha filha? Qual mundo quero para as mulheres, que como eu tem alguma consciência do seu papel? Qual mundo quero para todas as mulheres? Daqui e de todos os lugares? O que posso fazer para melhorar o mundo delas? O nosso mundo?
Tem um vídeo do Prem Baba que gosto muito (veja abaixo) e acho que é por aí o caminho...é preciso questionar: Como é nossa relação com nossa Mãe .O nosso feminino parte daí. Como vamos lidar com o feminino de uma forma geral se a nossa relação primordial com o feminino, nossa relação materna está doente, está cheia de raiva, rancor, culpa, julgamento.
Como cuidar de nossa casa, nosso planeta, nossa Mãe Terra, se nossa relação com quem nos gerou é cheia de entraves?!
O Clima e o Princípio Feminino - Prem Baba
É preciso parar para rever essa relação, é preciso curar essas feridas...é preciso perdoar nossa Mãe...é preciso AGORA...nosso Feminino só pode ser curado, se libertarmos nossas Mães e assumirmos a nossa vida...nossa Mãe foi instrumento para nosso processo na Terra não a responsável por nossa vida e nossas escolhas, NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS POR NOSSA VIDA...Assim como nós fizemos e fazemos o nosso melhor, elas também...
Olhar para nosso feminino requer abandonarmos esteriótipos do tipo: você é Mãe você tem que ou Mãe é sempre culpada. Mãe é isso, Mãe é aquilo..NÃOOOO. Mãe não é. Mãe é mais um papel de uma Mulher, entre tantos outros de um Ser Humano, com limitações, com medo, com incertezas, com dores, mas que tá na busca.
As alegrias e dores de ser mãe diz respeito a cada mulher, mesmo a que abandona o filho, a que sai de casa, a que fica em casa, a que vai trabalhar no primeiro mês do filho, a que trabalha, a que tem 1 filho, a que tem 2, a que tem 10, a que tem um companheiro, a mãe solteira, a divorciada, a com uma companheira, a que compartilha a guarda, a que mora longe, todas as mães estão construindo o feminino no seu filho e isso diz respeito a relação deles, aos processos deles e não há certo e errado, há o que pode ser, o que é e pronto.
Que possamos olhar mais para nossos processos antes de apontar. Que possamos nos colocar no lugar destas mulheres, destas mães, de nossas Mães.
E talvez assim nossa relação com o nosso feminino melhore .e assim possamos criar um mundo mais amoroso, mais acolhedor, mais íntegro. Esse é meu sonho...
Paz, Luz, Consciência e Amor<3
É tão estranho ouvir isso hoje, mas não é incomum...eu também nunca tinha me feito essa pergunta a até bem pouco tempo. Quando fiz a formação de Doula que me vieram esses questionamentos, lá pude entrar em contato com essas questões do feminino: suas dores, suas alegrias, suas peculiaridades, mergulhei num mar infinito, de muita beleza, muita sabedoria, muito amor, muita divindade mas também muita censura, muita culpa, muito medo, muito machismo, muita violência, tudo imposto, por uma sociedade arcaica, preconceituosa, fechada e também por mulheres criadas dessa forma, que também não se acolhem e consequentemente não conseguem acolher outra mulher. As mulheres são competidoras, são inimigas, e assim seguem numa prisão de insconsciência, disputa, medo, dores, enfim, completamente desconectadas de suas essências.
Sair da zona de conforto, do padrão, da mesmice, e expor para si suas dores, acolhê-las, reconhecê-las requer coragem. Ser mulher em tempos de tanta intolerância e desamor requer coragem.
E me pergunto: Qual o mundo quero para minha filha? Qual mundo quero para as mulheres, que como eu tem alguma consciência do seu papel? Qual mundo quero para todas as mulheres? Daqui e de todos os lugares? O que posso fazer para melhorar o mundo delas? O nosso mundo?
Tem um vídeo do Prem Baba que gosto muito (veja abaixo) e acho que é por aí o caminho...é preciso questionar: Como é nossa relação com nossa Mãe .O nosso feminino parte daí. Como vamos lidar com o feminino de uma forma geral se a nossa relação primordial com o feminino, nossa relação materna está doente, está cheia de raiva, rancor, culpa, julgamento.
Como cuidar de nossa casa, nosso planeta, nossa Mãe Terra, se nossa relação com quem nos gerou é cheia de entraves?!
O Clima e o Princípio Feminino - Prem Baba
É preciso parar para rever essa relação, é preciso curar essas feridas...é preciso perdoar nossa Mãe...é preciso AGORA...nosso Feminino só pode ser curado, se libertarmos nossas Mães e assumirmos a nossa vida...nossa Mãe foi instrumento para nosso processo na Terra não a responsável por nossa vida e nossas escolhas, NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS POR NOSSA VIDA...Assim como nós fizemos e fazemos o nosso melhor, elas também...
Olhar para nosso feminino requer abandonarmos esteriótipos do tipo: você é Mãe você tem que ou Mãe é sempre culpada. Mãe é isso, Mãe é aquilo..NÃOOOO. Mãe não é. Mãe é mais um papel de uma Mulher, entre tantos outros de um Ser Humano, com limitações, com medo, com incertezas, com dores, mas que tá na busca.
As alegrias e dores de ser mãe diz respeito a cada mulher, mesmo a que abandona o filho, a que sai de casa, a que fica em casa, a que vai trabalhar no primeiro mês do filho, a que trabalha, a que tem 1 filho, a que tem 2, a que tem 10, a que tem um companheiro, a mãe solteira, a divorciada, a com uma companheira, a que compartilha a guarda, a que mora longe, todas as mães estão construindo o feminino no seu filho e isso diz respeito a relação deles, aos processos deles e não há certo e errado, há o que pode ser, o que é e pronto.
Que possamos olhar mais para nossos processos antes de apontar. Que possamos nos colocar no lugar destas mulheres, destas mães, de nossas Mães.
E talvez assim nossa relação com o nosso feminino melhore .e assim possamos criar um mundo mais amoroso, mais acolhedor, mais íntegro. Esse é meu sonho...
Paz, Luz, Consciência e Amor<3


