O mundo corre lá fora, imensidão de processos, de mundos internos no corre corre da vida.
Cada um querendo colocar, viver e até impor sua verdade como a única, a certa.
Mas o que será realmente a verdade? Na verdade rs não tenho a menor idéia.
Há e sempre haverá quem diga: Nossa que loucura, fulano fez isso ou aquilo que absurdo!
E eu também em meu olhar para o mundo não concordo com muitas posturas de políticos, vizinhos, amigos mas e daí no que isso muda?! Cada um segue seu caminho com seus universos presentes e verdadeiros. O certo é que não há certos, se não concordamos com o outro paciência, mas podemos concordar que se eu não compreendo o outro por uma decisão ou postura, o outro também não me compreende e assim enfim concordamos que não nos aceitamos, já é um grande começo.
A meu ver é importante se olhar, refletir e ver que o que vejo sobre o outro diz muito de mim, é minha visão, é construção a partir do meu universo, é minha verdade, e a verdade do outro possivelmente é outra e tudo segue como deve ser, como é, sem certos ou errados, só sendo o que somos.
Estamos onde devemos estar, aceitar isso é um grande passo para a mudança se assim desejarmos.
Acredito que esse mundo de intolerâncias e de opressões só poderá mudar no momento em que todos puderem se aceitar como são, com suas fraquezas, dependências, controles, dores, assim poderemos aceitar o outro também com suas imperfeições, fragilidades e diferenças. É através desses contrastes que seguimos em nossa humanidade, essa que nos une, nos fortalece, nos tira dos lugares comuns e das nossa verdades absolutas que nos prendem em nossas caixas sufocantes.
Ser quem somos nos liberta dos nossos grilhões, nos encaminha para paisagens reais muitas vezes perfumadas e leves.
O lado de dentro, inverso, é o que realmente somos, é verdade, todo o resto é teatro da vida.

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